quinta-feira, 29 de março de 2012

Prematuros podem ter dificuldades na fala

Segundo um estudo Holandê, os bebés nascidos prematuros podem, entre outras coisas, apresentar maoires dificuldades no desenvolvimento das suas capacidades de linguagem, revela um estudo publicado na revista «Pediatrics», e cujo artigo vim a encontrar na Pais e Filhos. Então é assim:

Para este estudo, os investigadores da Erasmus Medical Center in Rotterdam, na Holanda, analisaram os resultados de 17 pequisas anteriores, os quais envolveram a participação de 1.529 bebés prematuros, nascidos antes da trigésima sétima semana de gestação, e 945 bebés de termo, citou o site Alert.
Os investigadores revelaram que o facto de os bebés nascerem prematuros não significa que venham a desenvolver problemas de linguagem a longo prazo, embora possam passar por momentos mais difíceis na altura em que aprendem os conceitos de linguagem mais complexos e, por isso, são mais susceptíveis a que tal aconteça.
«À medida que crescem, as crianças que nascem prematuramente apresentam maiores dificuldades nas funções linguísticas mais complexas», revelou, em comunicado de imprensa, o líder do estudo, Inge van Noort-van der Spek.
O estudo mostrou que nos primeiros anos de vida existem ligeiras diferenças entre as crianças nascidas prematuramente e as crianças de termo, no que respeita às suas capacidades linguísticas básicas. Contudo, entre os três e os doze anos, as diferenças entre os dois grupos acentuam-se. Esta é uma altura em que se desenvolvem as capacidades de linguagem mais complexas e também quando estas são mais necessárias, o que pode, de acordo com os especialistas, «limitar as atividades sociais e escolares destas crianças».
Mesmo que as crianças prematuras não apresentem problemas de linguagem entre os 18 e os 24 meses, os pediatras devem avaliar a possibilidade da ocorrência deste tipo de problemas antes de as crianças ingressarem na escola.

Ou seja, atenção redobrada para os prematuros neste caso também!

In.:
http://www.paisefilhos.pt/index.php/destaque/4837-prematuros-podem-ter-dificuldades-na-linguagem-


terça-feira, 27 de março de 2012

Gostei.

Encontrei isto num Fórum (Pink Blue). Mito e verdade sobre amamentação:

Mito: A amamentação prolongada por mais de 12 meses fica sem valor, já que a qualidade do leite materno começa a diminuir a partir dos seis meses de vida.


Realidade: A composição do leite materno muda de acordo com as necessidades do bebé conforme este cresce. Mesmo quando o bebé já é capaz de receber outro tipo de alimento, o leite materno é a sua fonte primordial de nutrição durante os primeiros doze meses. Converte-se em complemento dos alimentos ao segundo ano de vida. Além disso, o sistema imunológico do bebé demora entre dois e seis anos para se completar. O leite materno continua a complementar e a ajuda o sistema imune enquanto o bebé mamar. Investigações recentes nos mostram que o leite materno é mais rico em gordura e energia depois de um ano de amamentação: contém quase 12% mais calorias que o leite de uma mãe de um recém-nascido. Ocorre da mesma maneira com os factores protectores.

Fonte: Liga La Leche





segunda-feira, 26 de março de 2012

Eu, ele e as bolas

No sábado foi dia de piscina. Sr. Martim radiante assim que meteram as bolas dentro de água.
Em casa, deixei-o brincar livremente no corredor da escada com as bolas. Andou de cá para lá, de lá para cá a correr atrás delas enquanto chutava, umas vezes mais cordenado, outras mais atabalhoado. Depois vinha até à porta de casa espreitar para ver se eu ainda estava lá. Já dá uns chutos bem fortes, de pé esquerdo.
Ontem estivemos de serviço voluntário (tanta coordenação e lá calhámos os dois no mesmo dia) e o bebé foi para casa da avó - que saudades! E, por breves instantes, o coração apertou-se... um bebé da idade do nosso que se ia afogando... e pensar que foi tão perto do meu, tão pertinho, tão da mesma idade.

E ele chuta os brinquedos, tal como chuta as bolas. Dá pontapés nos móveis, no que quer que lhe apareça no caminho. E nós a ensinar constantemente o que se pode chutar - as bolas - e o que não se pode, ou seja, tudo o resto. Agora é ele e as bolas, ele e os chutos.
E é ele a dizer "patata", "pêa", "pôpa", "papa", "bebé" e a conversar como só ele sabe, tão lindo! (Mãe babadíssima a falar, claro está - tenho esse direito).

quinta-feira, 22 de março de 2012

Pexitês!


P'xito = língua "oficial" de Sesimbra. eu aprendi a falar "assim", com as gentes da vila, com as especificidades e a beleza desta "língua" que me é tão materna.

terça-feira, 20 de março de 2012

Um dia...

... cansativo, mas que correu bem. Cansativo, mas senti que fiz diferença na vida de alguém. Se tudo correu cem por cento? Se calhar (de certeza) não. Mas esforcei-me, dei o meu melhor e estou feliz por isso.
Além disso, o bebé está ótimo, comeu bem, fartou-se de brincar e, quando cheguei a casa, já estava jantado e tudo.
Ando a trabalhar, mesmo com dores no pulso, que hoje aumentaram. Mas espero, brevemente, mudar de vida, trocar caminhos, seguir trilhos diferentes e fazer coisas diferentes, também importantes. Se calhar, até podia correr bem.
Assim o espero.

sábado, 17 de março de 2012

Cada vez mais...

... feliz na água! Um verdadeiro peixinho!
Hoje ainda pensei não ir, pois mais uma vez teve tosse de noite e vomitou, mas depois lá me decidi a levá-lo à piscina - afinal temos de aproveitar e é só uma vez por semana - e fiz bem porque ele ficou mesmo feliz quando chegou à água. O professor hoje era outro, mas a aula foi parecida. Desta vez estreou-se com as braçadeiras e até brincava a molhar a carinha sozinho, baixando-a até a enfiar dentro de água e logo levantando, a pingar, e a rir! Assim como que uma introdução aos mergulhos...
A seguir fomos brincar para o parque um bocadinho e agora, já está de barriguinha cheia e a dormir uma bela soneca! Para compensar as noites que não têm corrido tão bem.

Segunda-feira já volto ao trabalho, mas entretanto tenho andado por aqui e às vezes, com o meu prazer pela leitura, ando também aqui!

sexta-feira, 16 de março de 2012

Que tal nos encontrarmos lá?

Dia 5 de Maio, Sábado, no Pavilhão do Conhecimento, Lisboa, com o tema: "Entender , Comunicar e cuidar das nossas crianças."

Mais uma noite assim...

... e dou em doida! Mais uma noite acordada, com ele ao meu colo. Não conseguia dormir com a tosse, vomitou devido à expetoração, chorava. Enfim...
E para melhorar fui pegar nele quando começou a vomitar e fiquei pior do braço. Dormir com ele ao colo também não tem ajudado nada. A dor já subiu até ao ombro e está cada vez pior. Estou a desesperar.
E segunda vou voltar ao trabalho...

quinta-feira, 15 de março de 2012

Noite terrível!

O Martim está outra vez cheio de tosse e ontem teve febre à noite. Tem andado assim mas esta noite foi pior, não dormiu nada. Só estava bem sentado ao meu colo, encostava a cabeça e adormecia, mas assim que o deitava ele acordava a chorar. Vi que ele estava mesmo aflito, com dificuldade em respirar. De manhã, estava bem disposto, sem febre. Foi para a ama, mas vamos ver se não tenho de o ir buscar mais cedo.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Quando precisamos...

... é que nos apercebemos das burocracias que envolvem as companhias de seguros e a forma como rapidamente se aliviam do peso dos nossos encargos. Pagamos balúrdios, mas quando precisamos deles, somos tratados apenas como números de apólice e não como pessoas com necessidades específicas. Não entendo como é que uma lesão contraída durante as minhas funções não tem seguimento para a companhia de seguros. Atenção à população: vou começar a transportar doentes apenas de rés-do-chão ou da via pública. E façam o favor de comer pouco, pois uma lesão provocada por peso, não é para a minha companhia de seguros um acidente de trabalho. Se eu deixasse cair a senhora, por não suportar o peso dela, seria acidente? Como me esforcei por não a deixar cair, eu que me lixe e que vá para a baixa. Pois se eu me aleijar a descer uma escada enquanto vos transporto, não tenho direito ao seguro, vou para a baixa e suporto os custos que isso me traga.

Neste momento estou em casa, não sei quando vou receber os dias que estive no seguro nem as despesas em transportes e em medicação, nem tão pouco sei quando vou receber o valor da baixa - que não é paga a 100% mas isso é um problema meu. Continuo com dores na mão, pulso e no cotovelo, que me impedem de fazer coisas básicas, como tratar convenientemente do meu filho ou andar com ele ao colo. Segunda-feira volto ao trabalho. Mesmo com dores, mesmo sem conseguir fazer o que fazia antes. Não posso é estar de baixa a ganhar menos do que ganharia se estivesse a trabalhar. E se não conseguir exercer as minhas funções da forma como antes conseguia, isso é um problema meu, não da companhia de seguros.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Mais uma semana...

em casa. Desta vez de baixa médica. Sete dias. Desapontei completamente e já só me apetecia chorar. Não queria ir para a baixa, fiquei com aquela sensação estranha de culpa. Culpa por estar em casa numa altura complicada como esta. Mudar de vida, é o que mais me apetece, pois tenho aquela sensação que mesmo quando regressar ao trabalho não será a mesma coisa, vou sentir sempre algumas limitações.
Hoje ao chegar a casa, fiz como a médica disse - aplicar a pomada e calor húmido -e a dor no pulso e pelo braço foi ainda pior, mas a verdade é que agpra parece estar um pouco melhor. Estou a fazer anti-inflamatório e analgésico.
O Martim quer colo, subir e descer, subir e descer, brincar comigo... mas a dor começa a piorar e custa-me pegá-lo. Invento outras tropelias que não impliquem pegá-lo ao colo, mas ele quer miminhos. Custa-me dar-lhe a sopa à boca ou lavar-lhe os dentes... são coisas que tenho de fazer, mesmo sabendo que a tendinite só passa com descanso.
Alguma solução?

Contar até....

mil, tal a falta de paciência com que vim hoje da consulta. Ou dois mil...
O senhor doutor ortopedista disse que não sabia que mais me fazer - disse-lhe apenas que as dores não passaram e que aumentaram até - e que me ia mandar para a companhia de seguros para "verem o que faziam comigo". Devo ser um caso de estudo! Cheguei ao Hospital da Cruz Vermelha, para a dita consulta e, apenas olhando para o meu braço e lendo a minha participação (de Dezembro) o senhor doutor respondeu que não tinham mais nada que ver com o meu caso. Para eu ir à médica de família. Que aquilo não tinha que ver com acidente de trabalho. Pois claro, eu até nem me aleijei no trabalho, nem a carregar uma cadeira de rodas pesada por uma escada! Ora que talvez isto não tenha sido um acidente, mas foi no trabalho e deveu-se a um esforço. E custa-me fazer as mais pequenas coisas ou os mais simples movimentos. Mas é assim. Fui, literalmente, descartada, pela seguradora - já estava à espera! - e agora estou a pensar nos próximos passos a dar.
Tenho de voltar ao trabalho, mesmo sabendo que vou ter mais dores, que vou esforçar o pulso e o braço. Mesmo sabendo que não devia fazer esforços. Tenho uma doença com um nome estranho - que se traduz, resumidamente numa tendinite - que tem de ser seguida e tratada. Dito pelo médico que me descartou da seguradora.
Mas não é nada com eles...

sábado, 10 de março de 2012

O meu peixinho!

Hoje foi mais um dia de natação - e sentiu-se muito mais à vontade na água, via-se que estava claramente feliz e a gozar o momento ao máximo. Ainda bem que decidi pô-lo na natação. Parecia um peixinho dentro de água! É tão bom vê-lo feliz!
O pior foi depois a hora do banho - a semana passada nem arrisquei, saímos da piscina e a guerra foi tanta para secar, por a fralda seca e vestir que nem arrisquei ir tomar duche lá no balneário - hoje armei-me em corajosa e lá me enfiei no chuveiro com ele ao colo. Chorou, berrou, gritou agarrado às minhas pernas enquanto eu tentava lavar-me rapidamente. Gritou até chegarmos ao banco para nos secarmos. Gritou enquanto o sequei. Só se calou quando começou a sentir a roupa seca no corpo e os pés calçados. E eu? Deixei-o gritar. Que mais ia fazer?

Depois foi comigo ao HPA, para eu fazer o Voltaren - muito rapidinho, ainda bem -  e depois levei-o até ao parque D. Maria aqui no Seixal. Sim continuo com muitas dores no pulso, no braço, o cotovelo que não doá agora já dói também e já não sei que mais fazer. Mas tenho de aproveitar estes momentos com o meu filho, que não entende que eu tenha dores e que não o possa pegar ao colo. Lá tento pegá-lo com a outra mão... mas é complicado.

O meu peixinho já arreou... está a dormir desde as três da tarde (estava com uma birra daquelas!) e eu vou aproveitar para ir ali acabar a prenda para o dia do Pai. Shiu!

quarta-feira, 7 de março de 2012

Consulta dos 18 meses.

Às 11h a consulta dos 18 meses - tarde para um bebé pequeno, pois só saímos de lá quase à uma da tarde e ele já estava cheio de fome e de sono!
Peso - 8,950g (aumentou 405g)
Altura - 76 cm
Perímetro cefálico - 46 cm
Continua magricela, peso pluma, muito mexido. Em casa fala que se desunha, lá não queria conversa com elas... o habitual. Quanto à prisão de ventre a médica diz para não me preocupar (?) e para tentar farelo de aveia misturado na comida. Bem já não sei que mais dar ao miúdo, mas lá vamos tentar os farelos. Levou a vacina dos 18 meses, só refilou e não chorou. Chorou para despir, para vestir... o Martim no seu melhor.
Viram os dentes que já tinha e os que tem a romper, acharam bem ele querer comer sozinho e disseram para lhe dar essa liberdade.

E, enquanto esperavamos, viu outras crianças a comer na sala, começou a pedir pão e lá fui eu (mãe desnaturada que nem me lembrei de levar nada para ele) comprar um pacote de bolachas do Ruca (0.60c por 4 simples bolachas maria) porque não havia mais nada que ele pudesse comer - era isso ou salame de chocolate que ele iria certamente adorar mas que antes de almoço não ia ser uma boa ideia!

terça-feira, 6 de março de 2012

18 meses!

Hoje o meu bebé faz 18 meses! Já???

Aos 18 meses o Martim...
- anda, corre, pula, sobe e desce do sofá.
- tenta subir sozinho para as cadeiras da cozinha.
- de tudo faz um degrau para trepar, ou um banco para se sentar!
- sobe e desce escadas, de mão dada para não cair.
- sobe as escadinha de madeira do parque infantil, trepa e desce o escorrega sozinho.
- joga à bola, chuta e atira com as mãos.
- come sozinho, com as mãos... e mais com a mão esquerda, com a colher, com o garfo e tenta usar a faca.
- usa a caneta e os lápis de cêra corretamente (risca folhas, sofás...) e gosta de apagar os desenhos que faço na ardósia com uma esponja.
- bebe sozinho a papa pelo biberão, aponta para o quer e refila muito até o conseguir.
- adora música, principalmente tambores e tudo serve para fazer de baquetas e de tambor!
- gosta de dançar!

Aos 18 meses, o meu filho já diz...
- pai, mãe ou "mã";
- "inho" (leitinho), "uta!" (chuta), "auão" (balão), "boua" (bola), papa...
- cão, "ena" (Lena), Nuno, "ia" (Sofia)...
- chama o "Pêpi" (Pepe, o cão da madrinha).
- diz "ouá" (olá) e acena a dizer "áu" (xau).
- pede "áua", diz "i" (sim) quando acertamos no que ele quer!
- repete o fim das nossas frases como se fosse um papagaio, com umas expressões faciais marcantes daquilo que quer dizer.

Aos 18 meses, ele e os outros:
- brinca a par com os meninos da sua idade e com mais velhinhos, observa e imita o que vê os outros fazerem.
- diz "ouá" e sabe dar um "passou-bem?"
- dá "mais 5!"
- sorri e é muito comunicativo.
- vai com toda a gente e fica bem quando o deixo em casa da ama, da avó, dos tios, da madrinha, da "ti" Cláudia, ou de quem for. Porta-se bem (às vezes até melhor do que connosco) e não chora.
- empurra os meninos no parque quando eles não avançam na fila do escorrega e ralha com eles quando lhe tiram a bola.
- gosta de brincar com as coisas dos outros, mas não acha muita piada a emprestar as suas.
- Não mostra medo de nada.

De seguro.

Novamente por causa da suposta tendinite que tenho no pulso direito e que, hoje, além de me incomodar como é habitual, me começou mesmo a doer a sério. Não me apetecia nada estar em casa, mas vai ter de ser nos próximos dias. Paciência. Quarta-feira tenho consulta de ortopedia à tarde.
De resto está tudo bem com o meu piratinha. E com a nossa prematurinha, também não há novidades, o que é um bom sinal.

domingo, 4 de março de 2012

De coração.

Esta semana foi muito complicada. Como se as notícias da nossa prematurinha não chegassem já, ainda tivemos a morte de um colega e amigo, que nos deixa uma grande saudade. Tem sido difícil vir aqui porque fico sem saber o que escrever... mas hoje lá me arrisquei.

Mas quero que o post de hoje tenha algumas coisas boas e por isso começamos com os Parabéns! à mamã Telma e ao seu filhote que nasceu no dia 29 de Fevereiro. No mesmo dia que a minha avó faz anos também - assim não me esqueço. É um dia especial de certeza que vos vai trazer muita sorte! Beijinhos Xuxa.

O Martim está melhor. Já come muito melhor e agora quer ser sempre ele a comer sozinho. Está muito autónomo o meu filhote. Hoje comeu a sopa sozinho e até nem se sujou muito. Está a crescer e quer comida a sério, fruta cortada em vez de passada, sopa com os legumes inteiros, arroz onde enfiar as mãos. Nem sempre consigo dar-lhe essa oportunidade, mas tento sempre que posso, deixá-lo comer sozinho, experimentar a colher, o garfo, a faca, chupar os dedos, lamber o prato... fica todo lambuzado, mas não me importo. São momentos felizes para ele e está a aprender e a descobrir. Ainda tenho dúvidas mas acho que vai ser canhoto.

Ontem foi pela primeira vez à piscina, à natação. Correu tão bem! Ele parecia uma lapa agarrado ao meu pescoço, mas não estava com medo, estava a sondar o ambiente à nossa volta a rir para os outros meninos, a sentir a água. Não queria que o afastasse de mim e respeitei-o para não o forçar. Quando chegou a altura de brincar com a bola soltou-se naturalmente, sem medos e, comigo a segurá-lo ao de leve, lá se movia pela água atrás da bola. E ria. Eu adorei a primeira aula. O que custou mais foi no fim, tirá-lo da piscina, secá-lo e vesti-lo. Fez uma fita descomunal para trocar a fralda! Não podia ser tudo rosas não é?

Depois tivemos o nosso encontro de mamãs e bebés no Entremães, que este mês se realizou nos Bombeiros do Seixal. Conhecemos mais duas mamãs novas. Foi um encontro muito giro, em que falamos de amamentação, bebés prematuros ou que por algum motivo tiveram problemas ao nascer e tiveram de ficar no serviço de neonatologia e falámos de internamentos. Falamos de alimentação e de não termos pressa de introduzir sólidos (eles pedem, e eu mesma caí nesse erro de introduzir a sopa cedo demais). (Aguardamos pelo próximo encontro que, se calhar, se vai realizar em Monsanto, na Casa Verdes Anos.)

À tarde, dormiu uma sesta desde as 14h até quase às 18h. Lanchou e a seguir fomos à Bebeteca, com o pai, brincar. Estes momentos em família são o melhor do mundo e esta semana estava mesmo a precisar de desanuviar a cabeça. Sentir que aproveitamos o tempo juntos é o melhor, porque assim sabemos a sorte que temos em estarmos todos com saúde e perto uns dos outros. À noite fomos a um Karaoke, mas só um bocadinho, porque o Martim apesar de se portar bem, estava a começar a ficar irrequieto e estar parado não é com ele! Adormeceu tarde mesmo assim, devia ser da excitação do dia, mas como dormiu tanto à tarde nem me importei muito. Um dia não são dias, não é?