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sábado, 30 de março de 2013

Mudanças...

Hoje estou a fazer noite.
Houve mudanças nos horários, mudaram-me os turnos, a rotina passou a ser outra e agora entro numa fase de adaptação. Adaptação minha e de todos lá por casa. O filhote já não vai ter a mãe todas as noite para dormir com ele. Vai acordar mais cedo alguns dias da semana - bem mais cedo! Mas também vamos passar mais tempo juntos, tempo que quero que seja de qualidade e bem aproveitado! A mudança pode ser algo bom, não é?

terça-feira, 31 de julho de 2012

O seu filho é uma boa pessoa!

Hoje estou de voluntário aqui nos bombeiros e aproveito as horas mortas para completar o curso de e-learning que estou a fazer e para ver os meus emails- Enquanto passava por mensagens já algo antigas, revi uma que tinha guardado para ler mais tarde. É sobre um excerto de um livro. Fiquei com vontade de o ler...

Conhecem o Dr Carlos Gonzalez? Já me tinham falado dele em diversas ocasiões, mas nunca li o livro dele. Partilharam comigo um excerto do livro “Besame Mucho” do Dr. Carlos González. Adorei e vou agora partilhar convosco. Depois digam lá que ele não tem uma perspetiva interessante do crescimento, dos afetos e da relação mãe-bebé?

"O seu filho é uma boa pessoa
... de facto, não sei para que serviria ter filhos, se não pudéssemos confiar neles.
CHARLES DICKENS, Nicholas Nickleby
Muitos especialistas, provavelmente bem-intencionados, falam-nos dos problemas comportamentais das crianças. Existem problemas de alimentação, problemas de sono, ciúmes, violência, egoísmo... Toda a gente nos fala dos problemas dos nossos filhos, como detectá-los, como preveni-los ou como solucioná-los, de como nos «manipulam» e a razão por que é preciso estabelecer limites. Ninguém nos lembra que os nossos filhos são boas pessoas. E são-no. Têm forçosamente de o ser. Nenhuma espécie animal poderia sobreviver se os seus indivíduos não nascessem com a capacidade de adquirir o comportamento normal dos adultos e com a tendência para o fazer. Não é necessário muito esforço para ensinar um leão a comer carne e uma andorinha a voar para África. O que é difícil, o que requer métodos de educação absolutamente aberrantes, seria conseguir um leão vegetariano e uma andorinha que não emigrasse. A imensa maioria dos recém-nascidos, quando criados adequadamente (isto é, com amor, respeito e contacto físico), serão crianças normais e, mais tarde, adultos normais. O ser humano é um animal social e, por isso, a capacidade para amar e ser amado, respeitar e ser respeitado, ajudar os outros e obter ajuda dos outros membros do grupo, compreender e respeitar normas sociais (em resumo, ser uma boa pessoa) são aspectos normais da nossa personalidade. A educação esmerada, a religião ou a lei podem dar-nos outras coisas; mas não são imprescindíveis para se conseguir ser uma boa pessoa. Os nossos antepassados, sem dúvida, já eram boas pessoas quando viviam em grutas, do mesmo modo que as galinhas são «boas galinhas» sem necessidade de escola ou de polícia.

E alguém arisca comentar?

domingo, 15 de abril de 2012

O meu Ó-ó!

Ontem o Martim portou-se muito bem na sesta. À noite, escurecemos um pouco o quarto e estive com ele na caminah a ler-lhe histórias e a cantar. Acalmou e ficou muito sossegado aconchegado ao meu colo. Estava quase a adormecer e eu a preparar-me para o deixar passar a primeira noite no quarto dele. Mas o pai chegou e, ao aperceber-se da sua chegada, levantou-se de um pulo. Acabou a calma daquele momento e, "porque está frio", "tentamos mais lá para o verão" ou "esperamos pelas férias", o colchão voltou para a sua cama, no nosso quarto e ele voltou para a nossa cama. Depois de adormecer, ficou na caminha dele e dormiu mais ou menos bem a noite toda. Acordou a perguntar "o ó-ó?" - depois de algum tempo é que acordei realmente e me lembrei que tinha deixado no outro quarto a almofada onde ele se costuma deitar agora. Nem me tinha apercebido que aquilo era importante para ele. É um retangulo de esponja do IKEA, às riscas, nem é uma almofada! De manhã, quando acordou, ficou a conversar com os "bebés" (como ele chama aos peluches dele) até eu o ir levantar.

Agora está a dormir a sesta. Na minha cama. Hoje não me apeteceu andar a trocar colchões de um quarto para o outro. Adormeceu agarrado a mim, num abraço apertado, quentinho e carinhoso, com aquele cheirinho a bebé. Tão bom!

sábado, 14 de abril de 2012

Mudar para o quarto dele - 2

Adormeceu, ao fim de uma hora de conversa, brincadeira, mais conversa e alguns ralhetes... agarrado a mim, a segurar com as duas mãozinhas a minha cara junto da cara dele.
Saí de lá dorida de estar deitada no chão ao lado do colchão dele. Adormeceu às duas. E ainda está a dormir (já passa das quatro da tarde). Não correu muito bem, mas também não correu mal. Está no quarto dele. Sozinho.

Mudar para o quarto dele - 1

Olá! Hoje aventurei-me e resolvi pôr o colchão do Martim no quarto dele. Não é a mesma coisa que ter uma mobília dele mas ainda temos medo que caia da cama e por isso resolvi experimentar pôr apenas o colchão no quarto dele. Por enquanto anda a brincar lá, vamos ver se dorme a sesta à tarde. É a primeira tentativa...

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

A vida às vezes é madrasta... atualização

Faltava-me atualizar a ituação das pequeninas que estão (ainda) a cargo do meu pai.

São duas meninas saudáveis, mas que por infortúnio da mãe estar no hospital, estão agora sem ninguém. Sem ninguém não é bem asim. Felizmente, o meu pai acolheu-as em casa e é como se já fizessem parte da família. Algumas pessoas ajudam (depois há aquelas parvas que vão para o café comentar "coitado, com três a cargo dele agora ainda foi buscar mais duas" ou coisas piores que nem vale a pena pôr aqui), com alimentação, vestuário, fraldas. Se virmos bem as coisas, tem sido a comunidade a envolver-se no bem estar destas bebés e que tem ajudado o meu pai a dar-lhes uma vida melhor. No sábado fui levar um saco de roupa para a mais pequenina. Mimos pelo menos têm, algo que não sei se teriam com o suposto pai...

É que, perdoem-me o desabafo, onde anda o pai (ou o companheiro da mãe das meninas, salvo seja)? Não as vai buscar, mora no mesmo prédio e elas todas os dias dormem e comem na casa do meu pai. Se é para isso, mais vale que esta passe a ser a sua famíla (de acolhimento, de adoção whatever) mas é uma família que já se está a apegar a elas. A mãe, infelizmente, continua no hospital e as informações sobre o seu estado de saúde são poucas. Já se fala de tanta coisa, que prefiro não adiantar aqui muito mais até ter a certeza. Elas estão entregues.

E depois, há aquela senhora que ficou como ama a tomar conta da mais pequenina. Começou numa segunda-feira. Na sexta-feira avisou que não podia vir no sábado. E no Domingo avisou que o Centro de Emprego lhe tinha ligado para ir a uma entrevista na segunda e desde aí ninguém sabe dela. Senhores da Segurança Social: a intenção foi boa, mas por favor escolham melhor as amas. Esta senhora de certeza que tinha outros interesses. Desculpem lá: o Centro de Emprego não telefona ao domingo a marcar entrevistas! Ou estarei errada?

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Mães trabalhadoras...

... crianças infelizes?

Desde já respondo: Não. Não tem de ser necessariamente assim.
Primeiro, nem se coloca a questão dos pais que trabalham. Fala-se da mãe. Mas e o pai, não será também tão importante? No nosso país a lei é desigual entre os direitos da maternidade e da paternidade. Criam-se bebés dependentes das mães e por isso elas se sentem culpadas ao ter de os deixar com alguém. São responsáveis por eles e arcam com essa responsabilidade mesmo quando esta parece ser repartida com o outro projenitor - isto na maioria dos casos e salvo algumas exceções, claro está.

A ansiedade de ir trabalhar e deixar a criança com outra pessoa - na creche, na ama, com os avós - é real e eu passei (e ainda passo) por ela, mas trabalhar é uma necessidade tanto economica, como social e de realização pessoal. Sempre trabalhei e tive horários preenchidos. Com a chegada do Martim tive de me adaptar mas não deixei de fazer nada do que fazia antes. Mas claro que por vezes, dou comigo a pensar que poderei não estar presente quando os marcos da vida dele acontecerem: as primeiras palavras, os primeiros passos... e isso deixa-me triste.

"A separação torna-se muito difícil porque, à medida que o tempo vai passando, a ligação entre mãe e filho aumenta."(1) Concordo com este facto, mas não é também verdade que esta ligação pode ser ela mesma transmissora de segurança emocional para a criança e, complementarmente, para a mãe? Para a criança - ou bebé - porque esta vinculação facilita a aquisição da sua própria autonomia e essa é indispensável para uma boa adaptação à ama ou à Creche, e para a mãe, porque ela sabe que o seu bebé está seguro e que vai ficar bem e que esta experiência será enriquecedora para o seu crescimento. Por outro lado, temos de pensar que há aquisições que só serão feitas fora do ambiente familiar. "Há especialistas que defendem a integração de uma criança pequena na creche. Esta decisão permite-lhe que se relacione desde cedo, com outras pessoas."(1)

"Ao estimular o seu filho a criar relações de amizade fora do núcleo familiar, está a facilitar o processo de separação entre si e o seu bebé." - Bem, nem tanto ao mar nem tanto à terra, um bebé cria relações, mas não sabe o que é amizade - apenas mais tarde irá desenvolver essa capacidade - enquanto que a noção de separação, surge bem mais cedo.

Bem vistas as coisas, não me culpo de ir trabalhar ou de ir a formações, porque sei que o meu bebé fica bem na ama ou na casa da avó. Muitas vezes, tenho dificuldade em encontrar quem fique com ele durante as horas de formação ou nos casos de ter de trabalhar aos fins-de-semana, mas tudo se tem resolvido. Quando é preciso, falto ou encontro outras formas de dar a volta à situação. O ideal é haver uma adaptação em família e sabermos com quem podemos contar nas horas de maior aperto. E, claro está, primeiro está o meu bebé, isso nem é posto em causa!

(1) - ESTEVES, Carla Oliveira, "Mães trabalhadoras, crianças infelizes?", Crescer com Saúde, nº 141;

sábado, 16 de julho de 2011

Um copo...

...com água, uma escova e pasta, p'ra lavar os dentes é o que nos basta!

Novidade do dia: o meu pirata já começou a lavar as dentuças! É que já são quatro! E temos de cuidar bem destas dentolas lindas!

Adorou a nova experiência e o pior foi depois conseguir tirar-lhe a escova e terminar a sessão de higiene oral! Ora se mete lá água, ele está feliz!

Outra coisa: será normal ele ranger os dentes? Acho que ainda está estranho com o facto de ter mais duas "coisas" novas na boca, mas faz-me imensa confusão ele ranger os dentinhos! E a moda agora é dar-mos com ele a fazer "expressões"/"caretas"... faz com cada cara mais feinha...

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Dorme bem bebé!

Quando nasce, o bebé altera as rotinas dos papás e existe uma adaptação constante de ambos, pais e bebé. Este fica junto dos papás, seja para facilitar na hora das mamadas, seja porque aquele quarto é mais quentinho, ou porque "assim dá mais jeito", ou então porque os pais assim querem e pronto. (O meu dorme no nosso quarto ainda, mas na cama dele - e não gosta de dormir connosco).

Mais tarde, a preocupação dos pais passa por colocar o bebé a dormir no seu quarto e é aqui que muitas vezes os problemas de adaptação começam a acentuar-se.

A adaptação do bebé à sua nova cama pode passar por diferentes fases. Primeiro consideramos os intervalos das mamadas. O bebé acorda para mamar e, terminando a refeição, regressa novamente para a cama, sem chorar? Ou pelo contrário, necessita adormecer na mama e acorda quando é colocado na cama, tendo de voltar para a mama?

Estes ciclos tornam-se cansativos particularmente para as mães, que muitas vezes acabam por ceder e deixar o bebé a dormir na sua cama, junto dos pais. Ora esta situação nem sempre está errada, se se der o caso de ser uma opção dos pais, mas quando esta ocorre por cansaço e por dificuldade do bebé adormecer "longe" da mãe, o problema passa a ser outro. Segundo alguns estudos, dormir com os pais, na mesma cama ou no mesmo quarto, não tem porque ser um factor de perda da capacidade de autonomia e auto-regulação dos ciclos de sono do bebé. Mas pode passar, noutros casos a ser uma dificuldade quando se tenta alterar a rotina. Voltamos ao choro do bebé: acudir cedo é meio caminho andado para o bebé se sentir em segurança. Ora com o bebé no mesmo quarto, acudir a esse choro torna-se mais fácil, senão mais rápido. Mas não tem porque ser um problema quando o bebé está noutra divisão: se bem adaptado, ele saberá que se precisar dos pais, eles acudirão ao seu choro. Mas também aprenderá desde cedo a entreter-se sozinho com um brinquedo, a observar as luzes que se projetam no tecto ou a ouvir a sua música de embalar favorita, sabendo que os pais estão "perto".

A criação de "regras" - que não são mais que hábitos - influenciam pelo lado positivo o desenvolvimento de autonomia nos mais pequeninos, criando bases válidas e importantes para um crescimento saudável.

Qaundo é que o bebé deve passar para o quarto dele? Quando os pais acharem necessário, quando acharem que ele está mais "independente", quando o bebé dorme toda a noite, quando deixa de acordar para mamar.. enfim, por várias razões, desde que os pais assim o entendam. Não se deve é, na minha opinião, impor esta mudança se, até aí, se cedeu sempre a deixar o bebé adormecer ao colo ou n acama dos pais, porque "custa ouvir chorar". E aqui para nós... eles são manhosos e sabem como nos fazer ceder... desde o primeiro dia. Esqueceram-se foi de nos entregar o livro de instruções quando eles nascem.

Outra fase, surge quando o bebé já consegue ficar toda a noite no seu quarto - e podemos depois mais tarde trocar experiências e dar dicas para facilitar essa adaptação - mas, por um motivo qualquer (por exemplo, doença) o pequenino volta a precisar de uma atenção redobrada e volta a acordar durante a noite. Pode ser uma situação passageira ou não. Depende da forma como a adaptação já estava estabelecida e como os pais lidam com a questão. Não há soluções infalíveis e não há detentores da verdade, pois cada mãe e cada filho são únicos e têm relações estabelecidas de vinculação que são sempre diferentes.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Fim da primeira semana

Felizmente, sim felizmente, a primeira semana de trabalho chegou ao fim. Como foi acordado, hoje fico em casa a gozar as horas que já acumulei da amamentação. O dia é para organizar a casa, a roupa, limpezas... enfim, lá me levantei cedo na mesma, fui pôr o menino na ama e fui treinar. Depois, compras para a semana, fazer sopa e cozer fruta - descobrir que não tenho mais caixinhas para colocar já tudo no congelador...

À tarde, despachar a roupa e ir buscar o bebé mais cedo do que é habitual para aproveitar o resto do dia com ele! A semana correu muito bem, no que diz respeito à adaptação do bebé à ama, à sua alimentação - já provou pêra e adorou! O meu menino é um bebé bem disposto, que adora que conversem com ele - palra imenso! - e que, quando chega a casa, mata as saudades da mãe, mamando quase uma hora! É para compensar a falta da maminha durante o resto do dia. Levo sempre leitinho meu para ele beber, mas não é a mesma coisa.

Quanto ao regresso ao trabalho, é sem comentários. Já estou em modo "desespero". Preciso de férias e, sim, ainda só trabalhei quatro dias...

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Em contagem decrescente...

... para ir trabalhar. Recomeço no dia 3 e o meu bebé começa na ama nesse mesmo dia. Estou um pouco ansiosa confesso, pois faltam poucos dias para o regresso e ainda não há certezas nenhumas.

Hoje fui pedir o período de amamentação no meu local de trabalho. Penso que vou ter horário reduzido e que vou entrar às 12h e sair às 19h, o que vai ser bom porque assim o menino vai passar apenas o período da tarde na ama.

Já começámos a adaptar a alimentação do bebé, uma vez que este menino não gosta lá muito do biberão. No dia 24 começámos com a sopa, tendo sido a primeira de batata cenoura, com um fio de azeite. No priimeiro dia a experiência correu bem - muita sopa espalhada e nem sei se chegou a comer alguma coisa, embora não tenha havido birra e até mostrou curiosidade pela colher, o que é positivo. A cada dia a quantidade tem sido maior e hoje o almoço foi já sopinha de batata, cenoura e abóbora e um bocadinho de banana migada. Comeu muito bem e só veio para a mama duas horas depois!

Quanto ao biberão, ontem experimentámos uma tetina nova e a coisa já correu melhor - já bebeu à tarde 40 ml e à noite 100 ml - sem choros o que foi uma vitória!

Também ontem começámos com a papa. Foi difícil escolher a que melhor se adequasse e depois de passar meia hora a ler rótulos no corredor das papas, comprei Milupa para 4 meses sem glúten. É preparada com o leite do bebé - neste caso, o meu. Provou ontem ao almoço e não correu mal, embora tenha comido muito pouquinho. Tenho já outra para lhe dar a provar, também da Milupa, que é preparada com Aptamil e que tem sabor a pêra. Basta juntar água.

Aos poucos vou ficando mais descansada quanto à alimentação. Continuo a amamentar e a tirar leite para congelar, o que é necessário tanto para a preparação da papa como para manter a habituação ao biberão até eu ir trabalhar.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Adaptação ao biberão 3

Olá!
Por aqui poucas novidades. Vamos continuando a tentar pelo menos uma ou duas das mamadas do dia. Não quero forçar muito, porque quando tiver de ser, será.

Já consegui que bebesse 100ml numa das refeições, mas misturando ora maminha ora biberão, o que não me resolve o problema. Noutras lá vão 20ml ou 30ml mas pouco mais, porque é maior a quantidade que vem para fora do que a que é engolida... O leite é o mesmo, ele suga até encher a boca de leite e depois cospe-o! É roupa, babetes e fraldas de pano que não acabam! Mas isso é o menos, queria mesmo era que ele bebesse. O esperto já sabe onde fica "o tacho" e já me puxa a roupa para chegar à mama! Dizem que nascem ensinados, mas assim tanto!?

E obrigada pelos conselhos que me têm deixado, agradeço todos porque com as experiências de outras mamãs também aprendemos e pensamos em novas estratégias.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Adaptação ao biberão

O meu menino está com três meses e meio e em breve eu estou a ir trabalhar. Até agora tudo tem corrido bem com a amamentação e ele tem estado a crescer bem só com o meu leite. Mas agora começaram as minhas preocupações: ele não quer o biberão de forma alguma!

Já tinhamos experimentado, tanto com leite, como com água, e dessas vezes ele bebeu até bastante bem. Mas agora sempre que lhe apresento o biberão é um drama. Chora, grita, esperneia, fica quase roxo de tanto chorar!

E beber o leite nada! Tiro com a bomba e apresento-o logo, mas nem assim. Às vezes consigo que beba um pouco, mas mesmo assim é só após uma grande birra. Quando finalmente o deixo vir mamar, parece que não lhe dava comer à horas! Suga com uma sofreguidão! E fica agarrado à mama até eu o tirar, colocando o dedo mindinho no canto da boca dele para tirar o vácuo daquela boquinha sugadora!

E agora? O que é que eu faço para que ele se alimente enquanto eu estiver no trabalho? Falta menos de duas semanas!