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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Terceiro ano

Faltam poucos dias, para terminar este terceiro ano da minha viagem como mãe.
E o que foi acontecendo? Tanta coisa!
O meu filho agora diz-me "eu não sou bebé, sou menino" e isso já diz muito da sua personalidade. É um doce de criança. Vejo-o sempre com muito orgulho. Olho para ele, sempre babada, pois sei que tem superado muitas das minhas expetativas. Acredito nele todos os dias! Amo-o muito e por ele faria qualquer coisa. Foi amor à primeira vista, sem dúvida, mas esse amor foi crescendo a cada dia que passamos juntos e, construindo-se nos momentos partilhados e nas ausências que fazem doer o coração!
Ele acompanha-me muitas vezes nas minhas atividades, seja em dias de animação, seja em reuniões e formações nos bombeiros quando não tenho com quem o deixar. Cresceu muito com isso e, apesar de ele até se comportar bem - tendo em conta a idade - sei que esse fato o tem prejudicado um pouco, pois é obrigado a estar quieto, a não ter esse tempo para as suas brincadeiras. Por outro lado, tem-me seguido um pouco para todo o lado e sei que isso lhe criará boas memórias de infância. O pouco que ele se recordar de mim, - pois nesta fase, as memórias vão-se perdendo rapidamente - será certamente bom. Pelo menos assim é o meu desejo. É por isso que as fotos e os registos escritos são tão importantes nesta idade. Porque o nosso cérebro se esquece destas coisas... e um dia ele não se vai lembrar de como foi passar a tarde a fazer molduras com a mãe no Fórum Montijo, nem da vez que foi fazer uma formação de topografia, à noite, a pé pelo Seixal.

terça-feira, 19 de março de 2013

Feliz dia do Pai

O Dia do Pai é comemorado em muitas culturas, sendo que em Portugal é comemorado no dia 19 de Março. Este é o dia de São José, santo popular da igreja católica (marido de Maria, mãe de Jesus Cristo).

Diz-se que a instauração do Dia do Pai teve origem nos Estados Unidos da América, em 1909. Sonora Luise, filha de um militar resolveu criar o Dia dos Pais motivada pela admiração que sentia pelo seu pai, William Jackson Smart. A festa foi ficando conhecida em todo o país e em 1972, o presidente americano Richard Nixon oficializou o Dia dos Pais.

Uma outra versão, mais antiga, diz que na Babilónia, em 2000 A.C. um jovem rapaz de nome Elmesu escreveu numa placa de argila uma mensagem para o seu pai, desejando saúde, felicidade e muitos anos de vida ao seu pai. Quem sabe se virá daí a origem da tradição de ofertar presentes feitos pelos próprios filhos e postais por eles ilustrado?

Por aqui a prenda já está escolhida e aguarda só que o pai chegue a casa e a possa abrir. A mais importante é a que foi feita com a sua pequena mãozinha, pois essa sabemos que o pai vai guardar bem guardada, pois o seu valor é enorme!





sábado, 29 de setembro de 2012

Próximo Workshop


Público-alvo: População em geral; profissionais na área da educação, geriatria; forças de segurança pública; serviços de atendimento ao público, outros…


Plano:
• Sistema Integrado de Emergência Médica - Onde me enquadro e que funções desempenho?
• Noções de funcionamento da Cadeia de Sobrevivência – Como posso pedir ajuda?
• Medidas de segurança - Que precauções devo tomar?
• Abordagem da vítima
•Suporte Básico de Vida Pediátrico
•Desobstrução da via aérea



Local: Quartel-sede Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal
Alameda dos Bombeiros Voluntários, 2840-395 Seixal
Horário:
Inicio às 9:00 – Fim às 13:00



Custo:

Sócios 10€

Não Sócios 12,50€

sábado, 11 de agosto de 2012

Sem nós.

O meu filho foi passar o fim-de-semana a casa dos meus tios. Está sem nós, hoje e amanhã.
Liguei já duas vezes e nem quis saber de mim. Estava a brincar. Ora isso é muito mais importante do que falar com a chata da mãe.
E nem 2 anos tem... quando tiver 10 ou 12 escuso mesmo de lhe ligar. Mas claro que vou continuar a fazê-lo.

Mesmo assim pequenino, a verdade é que não estranha ficar fora de casa. Ora na casa da avó, ora na casa da ama que tão bem cuida dele. Ou nos tios. É porque é preciso, porque nós pais temos mesmo de trabalhar e porque no nosso trabalho ele não pode ir connosco. E porque temos de estar descansados porque nem sempre saímos a horas nem sabemos a que horas saímos.
Esta noite nem é das piores porque vamos dormir em casa, mas os horários ficam facilitados ficando ele com alguém que o possa deitar cedo e levantar um pouco mais tarde. Amanhã às 8h estou de volta ao quartel e o pai em Lisboa a pegar na ambulância também... É assim, nós na correria e ele de férias. Pais desnaturados? Talvez, mas ele um dia vai compreender.

terça-feira, 31 de julho de 2012

O seu filho é uma boa pessoa!

Hoje estou de voluntário aqui nos bombeiros e aproveito as horas mortas para completar o curso de e-learning que estou a fazer e para ver os meus emails- Enquanto passava por mensagens já algo antigas, revi uma que tinha guardado para ler mais tarde. É sobre um excerto de um livro. Fiquei com vontade de o ler...

Conhecem o Dr Carlos Gonzalez? Já me tinham falado dele em diversas ocasiões, mas nunca li o livro dele. Partilharam comigo um excerto do livro “Besame Mucho” do Dr. Carlos González. Adorei e vou agora partilhar convosco. Depois digam lá que ele não tem uma perspetiva interessante do crescimento, dos afetos e da relação mãe-bebé?

"O seu filho é uma boa pessoa
... de facto, não sei para que serviria ter filhos, se não pudéssemos confiar neles.
CHARLES DICKENS, Nicholas Nickleby
Muitos especialistas, provavelmente bem-intencionados, falam-nos dos problemas comportamentais das crianças. Existem problemas de alimentação, problemas de sono, ciúmes, violência, egoísmo... Toda a gente nos fala dos problemas dos nossos filhos, como detectá-los, como preveni-los ou como solucioná-los, de como nos «manipulam» e a razão por que é preciso estabelecer limites. Ninguém nos lembra que os nossos filhos são boas pessoas. E são-no. Têm forçosamente de o ser. Nenhuma espécie animal poderia sobreviver se os seus indivíduos não nascessem com a capacidade de adquirir o comportamento normal dos adultos e com a tendência para o fazer. Não é necessário muito esforço para ensinar um leão a comer carne e uma andorinha a voar para África. O que é difícil, o que requer métodos de educação absolutamente aberrantes, seria conseguir um leão vegetariano e uma andorinha que não emigrasse. A imensa maioria dos recém-nascidos, quando criados adequadamente (isto é, com amor, respeito e contacto físico), serão crianças normais e, mais tarde, adultos normais. O ser humano é um animal social e, por isso, a capacidade para amar e ser amado, respeitar e ser respeitado, ajudar os outros e obter ajuda dos outros membros do grupo, compreender e respeitar normas sociais (em resumo, ser uma boa pessoa) são aspectos normais da nossa personalidade. A educação esmerada, a religião ou a lei podem dar-nos outras coisas; mas não são imprescindíveis para se conseguir ser uma boa pessoa. Os nossos antepassados, sem dúvida, já eram boas pessoas quando viviam em grutas, do mesmo modo que as galinhas são «boas galinhas» sem necessidade de escola ou de polícia.

E alguém arisca comentar?

domingo, 15 de abril de 2012

O meu Ó-ó!

Ontem o Martim portou-se muito bem na sesta. À noite, escurecemos um pouco o quarto e estive com ele na caminah a ler-lhe histórias e a cantar. Acalmou e ficou muito sossegado aconchegado ao meu colo. Estava quase a adormecer e eu a preparar-me para o deixar passar a primeira noite no quarto dele. Mas o pai chegou e, ao aperceber-se da sua chegada, levantou-se de um pulo. Acabou a calma daquele momento e, "porque está frio", "tentamos mais lá para o verão" ou "esperamos pelas férias", o colchão voltou para a sua cama, no nosso quarto e ele voltou para a nossa cama. Depois de adormecer, ficou na caminha dele e dormiu mais ou menos bem a noite toda. Acordou a perguntar "o ó-ó?" - depois de algum tempo é que acordei realmente e me lembrei que tinha deixado no outro quarto a almofada onde ele se costuma deitar agora. Nem me tinha apercebido que aquilo era importante para ele. É um retangulo de esponja do IKEA, às riscas, nem é uma almofada! De manhã, quando acordou, ficou a conversar com os "bebés" (como ele chama aos peluches dele) até eu o ir levantar.

Agora está a dormir a sesta. Na minha cama. Hoje não me apeteceu andar a trocar colchões de um quarto para o outro. Adormeceu agarrado a mim, num abraço apertado, quentinho e carinhoso, com aquele cheirinho a bebé. Tão bom!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Explicações

Caros amigos, estou a dar explicações do 1º ao 6º ano.

Estudar não tem de ser uma dor de cabeça, mas quando começa a faltar pouco tempo para o final do ano letivo, as dificuldades começam  a adensar-se.
Notas para recuperar, provas de aferição, preparação para provas globais e pouca disponibilidade dos pais. Assim, a aposta num complemento educativo é uma mais valia e um investimento no futuro.

Explicações de Inglês, Português e Matemática. (Também para outros níveis de ensino)
Mais informações, entrem em contato comigo através deste blog ou em http://www.matrdopirata.blogspot.com/.
Tel.: 963988723


sábado, 7 de abril de 2012

Gostei de...

Um ano e ainda mama? Sim!
Dar de mamar depois dos 12 meses tem vantagens 


http://www.paisefilhos.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=4341&Itemid=364

Este artigo é da revista Pais e Filhos e defende a continuação da amamentação após o 1º ano de vida. Como já aqui referi, dei de mamar até aos 16 meses. Muitas vezes me senti tentada a deixar mais cedo por razões laborais e o que mais me custava era chegar a casa com o peito cheio de leite e ele já ter jantado, porque tinha passado a hora e a mãe ainda não tinha chegado a casa. Se fosse hoje talvez tivesse seguido outro rumo e lutado mais pelos meus direitos, entrando com uma atitude mais positiva e menos submissa nesta decisão. De certo que teriam aumentado os meus problemas no local de trabalho, por isso entendo perfeitamente este artigo e a importância de nos mantermos informadas quanto aos nossos direitos.

Tânia Beato amamentou o filho Diogo até aos dois anos e dois meses e ainda amamenta a filha Diana, de dois anos. Continuou a gozar a dispensa de amamentação após o primeiro ano e deixou de ter direito a comissões e a prémios de produtividade, «porque as horas gozadas são consideradas absentismo». Apesar de o artigo 65º, da subsecção IV do Código de Trabalho dizer que a dispensa para amamentação «não determina a perda de quaisquer direitos e é considerada como prestação efetiva de trabalho».

Maria Silva (nome fictício), mãe da Joana, de dois anos e meio, cansou-se de tanta sugestão para deixar de dar de mamar. Já lhe “receitaram” pôr verniz, pimenta e vinagre como fórmula para o desmame, apesar de Maria nunca ter perguntado nada a ninguém. Desde a enfermeira do centro de saúde, à médica de família, passando por amigos e familiares, em todo o lado sentiu-se recriminada por ainda dar de mamar. De tal forma, que ganhou vergonha e, quando a filha fez 18 meses, decidiu dizer a toda a gente que tinha deixado de amamentar.
Estes são apenas alguns testemunhos das dezenas que nos chegaram após o apelo que fizemos através do Mamar ao Peito, site de promoção do aleitamento materno. Queríamos saber se as mães sentiam algum tipo de recriminação por darem de mamar após os filhos fazerem um ano de vida. Ficámos impressionadas com a quantidade e com as situações descritas.



terça-feira, 3 de abril de 2012

O poder das palavras...

...não é nenhum quando se tem um filho como o meu teimoso como uma burra torta! A quem é que ele sai, é que, sinceramente não sei! Mas como eu ainda tenho de ser mais teimosa que ele - sim porque a adulta sou eu - já está na cama desde as 20h30m! Isto porque não comeu nem metade da sopa, cuspiu a maçã toda e ainda me empurrava o prato e dizia "Não!"
Eu bem tenho tentado que o jantar - momento em que estamos os dois juntos - não seja motivo de guerra. Até já o ponho à mesa connosco e a comer sozinho a sopa - mesmo que metade vá para fora - mas quando ele começa a gritar e a virar o prato não há paciência que aguente. Nem palavras algumas servem para o fazer parar, e lá lhe disse rispidamente, depois de contar até cem: "Não queres comer, tudo bem, vamos lavar a boca e vais parar a cama!"
Lavei-lhe a boca, mudei-lhe a fralda, deitei-o. Vim pôr a fralda no lixo. Fui espreitá-lo.
Já estava a dormir, nem se virou, nem chorou.
Talvez fosse mesmo sono...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O meu palhacito!

Mascarei o Martim de palhacito, pintei-lhe a cara e lá fomos nós, pais, acompanhar o menino, a ama e os amiguinhos. Fomos ver o desfile das escolas de Paio Pires e Casal do Marco. Aqui dividem as escolas em grupos e cada grupo desfila na sua freguesia, por isso é um desfile curtinho, com poucos meninos. O Martim estava feliz, feliz mesmo! É uma alegria ver o seu sorriso de felicidade pura!


quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Entremães

Sábado, no Espaço Zambujal, decorrerá mais m encontro desta vez com o tema: "Introdução de sólidos e amamentação no regresso ao trabalho"

Que problemas podem surgir quando se tem de ir trabalhar e ainda queremos amamentar? E se o bebé não pega no biberão? E se não conseguimos tirar leite sufciente com a bomba? e se ele não comer quando estamos longe?

Que mãe não passou por estas (ou outras) questões quando chegou a hora de regressar ao trabalho?

Este vai ser o tema deste encontro. Apareçam, a entrada é livre, os bebés ou as crianças mais velhas podem ir e os pais também são bem-vindos! Este espaço situa-se na estrada nacional 379, quem vai de Santana para o Zambujal e fica na biblioteca municipal. É um espaço agradável.
Mais informações aqui!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Férias!!!

A sensação de "não ter nada para fazer" típica das férias inundou-me logo de manhã - depois, passou, claro! Pois isto de estar de férias não significa ficar a mandriar o dia todo!

Hoje aproveitei para curtir a manhã com o meu piratinha... uma sonequinha em cima de mim, aninhado no meu peito, tão bom! À tarde rumámos até Sesimbra. Fomos visitar o avô e os tios. Depois fomos ter com a bisavó do bebé e com a priminha.

Pelo fim da tarde, lá pelas 19h caímos na praia, os quatro. A minha sobrinha desta vez fez aqui as delícias da tia e até areia comeu! O meu filho, claro está, adorou e divertiu-se imenso. brincou com o balde e as pás e até fomos tomar uma banhoca rápida de mar... (molhar pés, pernocas, barriguinha... a mamã aqui, só molhou o que teve de ser para segurar o bebé, não fosse a água estar gelada lá para aqueles lados) - uma aventura a repetir! Saímos de lá já passava das 20h e ainda me faltava uma escalada a pé até ao carro e rumar a casa para tratar do principe. Ufa!

Depois de uma banhoca e de maminha, caiu a dormir - mas apenas o suficiente para eu me despachar - mais um biberão de leite com papa e agora sim, está ferrado a dormir. Estava completamente moído da praia, os olhos quase a fechar de sono. Mas a fazer força para se manter acordado! Pirata!

domingo, 31 de julho de 2011

Para refletir...

Nós que somos mães (e pais) às vezes agimos sem pensar. Quantas vezes! Umas vezes arrependemo-nos no instante seguinte, noutras nem damos conta que errámos e deixamos o comportamento prolongar-se. Não somos más mães - embora por vezes tenhamos essa sensação - mas apenas mães!

Ontem, lia "O vendedor de sonhos" de Augusto Cury. Entre as linhas que de tal forma me estavam a prender encontrei um trecho sobre educação. Sobre o assassinato da infância na actualidade e da falta do prazer nas pequenas coisas da vida. Quantos de nós tiramos tempo de qualidade para estarmos com os nossos filhos? Para estar realmente?

Para quem não conhece o livro, aqui fica um pouco desse trecho que me fez pensar... Não pela situação em si - não me revi propriamente naquela situação em concreto - mas pelo sentimento de impotência perante as birras que o meu pirata às vezes já faz. E de como tenho dificuldade em saber como reagir, sem ceder, sem prolongar a birra e sem perder as estribeiras.

"Enquanto recordava a minha infância, o mestre parecia perscutar-me. Puxando o fôlego com vigor, comentou sobre o assassinato da infância na actualidade, uma das coisas que mais o perturbavam:
- Internet, jogos de vídeo, computadores são úteis, mas têm destruído algo inviolável: a infância. Onde está o prazer do silêncio? Onde está a arte da observação? (...)
De repente, teve uma reacção que eu nunca tinha presenciado. Vários pais passavam por nós levando os filhos, entre sete e nove anos, às compras. Eles estavam muito bem vestidos, ao rigor da moda (...)Mas revelavam evidente insatisfação. Alguns começavam a impor o que queriam consumir. Os pais, para não se perturbarem com os seus gritos e atritos, cediam.
(...)
- O que estão vocês a fazer aos vossos filhos? Levem-nos para os bosques! Tirem-lhes os sapatos, deixem-nos andar descalços na terra! Façam-nos subir às árvores, estimulem-nos a inventar as suas brincadeiras.(...)
- Quem quiser voar como uma borboleta levante as mãos.
Três crinaças levantaram as mãos, duas ficaram indiferentes e três esconderam-se atrás dos seus pais e responderam:
- Tenho medo de borboletas.
Os pais sentiram-se ofendidos com a petulância dos intrusos.
(...)
- Peço desculpa pelos meus gestos e espero que, um dia, diante dos vossos filhos, não precisem de pedir desculpas pelos vossos.
(...)"

Simplesmente, adorei!

sábado, 23 de julho de 2011

Borbulhas

Ontem era uma, depois outra. Hoje tem várias. Parecem bolhinhas.
Anda bem disposto, apirético, brincalhão. Dormiu bem, comeu melhor. Sem stress, vamos ver se ficam por aqui ou se alastram mais.

Ontem foi dia de aniversário do papá. Muito passeio, muita brincadeira, muitos mimos e colinho para este pirata. Um belo passeio pela costa, com direito a pôr o pé na areia e tudo! À noite, um jantar diferente, com a priminha também por perto, para delícia dos dois que implicaram um com o outro até se cansarem e um adormecer e o outro lutar contra o sono até cair de cansaço, já no carro a caminho de casa. Só acordou quase às dez da manhã o meu piratinha!

Hoje já anda a fazer asneiras, claro está!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Depressão pós parto

É um problema não apenas das mães, mas também dos pais. Sim, os homens - embora com menor frequência - também podem manifestar sintomas de depressão. Normalmente ocorre durante o primeiro ano de vida do bebé e mais tardiamente do que na depressão feminina. A entrevista de Ana Catarina (Sábado) a Will Courtenay revela-nos algumas ideias que, confesso, eu não tinha sobre este problema.

"No início dos anos 90, Will Courtenay começou a reparar que alguns dos seus pacientes ficavam deprimidos depois de se tornarem pais."(1) Will é um psicoterapeuta norte-americano, especialista em depressão pós-parto masculina. Decidiu explorar este problema e ajudar estes homens a recuperar, criando o http://www.saddaddy.com/.

Neste site, o psicoterapeuta apresenta vários artigos (em inglês) com o intuito de "Helping Men Beat the Baby Blues and Overcome Depression".

As causas são variadas e não muito diferentes da depressão pós-parto das mães: a privação de sono, as alterações da rotina diária a que um bebé leva todas as famílias e os ciúmes do próprio bebé, que agora prende a atenção da mãe 24 horas por dia.

"Muitos homens começam a ter sentimentos de cólera com mais frequência e envolvem-se em mais conflitos. Passam a consumir mais bebidas alcoólicas ou drogas, sentem-se frustrados e têm comportamentos violentos e impulsivos." Quando observamos famílias que se começam a desestrururar quando o momento seria de união, há que analisar se as causas dessa desestruturação e do aumento dos problemas domésticos e familiares não se deve ao aparecimento de sintomas depressivos num dos membros da casal.

"Por vezes isolam-se da família e dos amigos, sentem-se desanimados, cansados, têm dores de cabeça ou problemas intestinais, dificuldade de concentração e passam demasiadas horas no local de trabalho."(1) É mais fácil para os homens manifestarem a dor física do que a dor emocional e por isso, mais rapidamente se tornam violentos do que choram.

Por vezes estes homens rejeitam os bebés. E também se sentem terrivelmente culpados por terem esses sentimentos. Nas crianças, esta rejeição pode também ter repercussões futuras, ficando "mais agressivos e com dificuldades na escola."
"O apoio das mulheres é fundamental." Do marido elas esperam que seja um pilar de apoio, mas quando a doença surge, as mulheres manifestam uma força imensa.

A depressão é uma condição clínica, não uma fraqueza de caráter. A melhor maneira de uma mulher apoiar o seu marido é ser paciente."

Bibliografia:
- ANDRÉ, Ana Catarina, Entrevista a Will Courtenay, revista Sábado, nº 289; (ano 2009)

domingo, 10 de julho de 2011

10 meses

O piratinha já tem dez meses - feitos no dia 6 - e há novidades! Já tem mais um dentinho. Saiu ontem quase completamente, mas há uns dias que andava a espreitar. Não deu febre nem grandes alterações de humor.
Já se põe de pé e larga as mãos uma ou outra vez, mas nem dá conta que o faz. Senta-se e levanta-se vezes sem conta, exercitando as suas perninhas de alicate.

Na quinta-feira fomos à praia, acompanhados pela avó e pela priminha. Ele adorou, ela nem por isso. Ele fartou-se de brincar e de comer areia. Ela "não me toques", nem parece filha de Sesimbra, não queria areia nos pés. E ele a comer areia e a "correr" praia fora, à sua maneira, olhando para trás a ver se eu o seguia. O mar não o assustou e gostou de molhar o pé. Mas tão fria estava a água que não deu para molhar mais nada. Tirou o chapéu da cabeça da prima e vai de que a cabeça dela também serve de apoio para se erguer nos canivetes! Ela a chorar chateada... quero ver quando forem mais velhos, a guerra que vai ser.

Hoje o almoço foi diferente, não fosse os legumes serem servidos em cubinhos em vez de triturados na sopa. Comeu muito bem e até deu direito a usar as mãos para levar os cubinhos à boca! Era ver a felicidade estampada no seu rosto, enquanto degustava cada um dos diferentes sabores: batata, cenoura, ervilha, feijão verde, nabo... depois a perinha moida. E uma boa soneca!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Amor de mãe

Estou a ver a entrevista à mãe de Rui Pedro...

As imagens, a incerteza, a dor de nada saber. Como será que aquela mulher ainda aguenta? E o pai, como suporta os dias sem o filho, que se estiver vivo terá agora 24 anos?

domingo, 29 de maio de 2011

Hei Sesimbra!

Arrasou na noite de sexta-feira, na abertura dos Jogos do Futuro, realizada no Caixa Futebol Campus - campo de treino do Benfica - no Seixal. Participaram vários municípios, com representações de dança Hip-hop, ginástica acrobática e outras modalidades, mas quando Sesimbra entrou em campo transmitiu a sua energia, ritmo e alegria para as bancadas. Atuaram, entre outros, uma mega bateria, com elementos das várias escolas de Samba e grupos da vila. A união demonstrada e o trabalho conseguido, manifestaram bem o espírito alegre e sambista da vila.

E de parabéns, os atletas que ontem, quase quase ganhavam o torneio de futebol. O 1º lugar ficou para o Seixal, de parabéns pela óptima prestação. Apesar da chuva e da trovoada que se fizeram sentir durante todo o dia, aqueles miúdos não arredaram pé e lutaram por ganhar cada um dos jogos. Ainda de parabéns também: Moita, Barreiro, Palmela, Alcochete e Almada.

De registo ainda a efusividade caraterística dos pais! Eles gritaram, discutiram com o árbitro, incentivaram os mais pequenos e, muitos deles, ensopados, não arredaram pé dali!

sábado, 23 de abril de 2011

Fim-de-semana "Grande"...

Talvez para alguns, para mim é mais ao ritmo de um dia normal de trabalho, com a agravante de nos feriados a ama do meu filho não trabalhar - com todo o direito, claro está - e eu ter de andar a pedir que me tomem conta dele. O fm-de-semana grande sabe sempre bem, mas para mim este torna-se uma complicação, quando trabalhei ontem, hoje estou de serviço voluntário e segunda também trabalho. Amanhã pelo menos estou em casa o que já não é nada mau! O pai do piratinha também sofre do mesmo mal que eu, quando folga de um lado, aparecem logo horas para fazer noutro e nós aproveitamos o que podemos, claro está.

Ontem o piratinha ficou a atormentar a cabeça do pai e hoje foi para casa dos meus avós. Está lá a priminha dele por isso vai ser uma tarde de rambóia. A mim só me custa mais por causa da distância. Ser mãe e trabalhadora não é fácil... e ninguém reconhece os sacrifícios que fazemos. não falo em sacrifícios pelo meu filho - faço tudo com a maior das vontades e o maior amor que lhe posso dar - mas sim sacrifício para ir trabalhar diariamente, para organizar os horários com o pai e para que ninguém saia prejudicado. É dose!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Os meus amores

Está muito frio e sabe tão bem estar em casa, no quentinho, com o meu bebé. Já esteve aqui no colinho, a dar miminhos à mamã. É tão bom ir levantá-lo da caminha e sentir o seu calorzinho! É o meu saquinho de água quente - pena é que ele não goste de dormir comigo, só dorme bem se for na caminha dele!

No Sábado passado, fomos os dois às compras com a minha irmã e a minha sobrinha. Os dois bebés da família portaram-se muito bem! À tarde juntámos os dois aqui no tapete e a interacção entre os dois foi linda! O meu filho, no alto dos seus três meses, descobriu que conseguia agarrar na mão da prima - com 1 mês e meio - e brincar com ela. Entretanto, descobriu também que, se esticasse um pouco mais o braço, chegava à orelhita da prima. Resultado: ela a chorar desalmada e nós as duas sem percebermos o porquê da birra! Afinal era aqui o maroto a atazanar a priminha... ai ai isto promete!!!

No Domingo foi a festa de Natal dos Bombeiros e aqui o meu fraldinhas teve direito a prendinha e foto com o Pai Natal. A prenda está debaixo da árvore junto com as outras para abrirmos no Natal. Sim, faço questão que ele "abra" as suas prendas. E tantos outros bebés que lá estavam na festa também! Claro que houve muita conversa entre mamãs sobre os nossos bebés lindos, com diferença de semanas ou poucos meses uns dos outros.

E aqui nos meus amores... mais um que já nasceu: a I., filha de uma amiga minha, que nasceu no final da tarde desta 3ª feira. Muitas felicidades minhas lindas! Cá estaremos para o que for preciso!