Esta é uma situação que ocorre num em cada 1500 partos, em que "enquanto se desenvolve, a placenta" entra no músculo uterino, "ao invés de penetrar na superfície interna do útero."
Se existir esta complicação, em lugar da normal expulsão da placenta, também chamada dequitadura, "os vasos da parede uterina começam a sangrar, razão pela qual pode tornar-se necessário extrair o útero, com a finalidade de estancar a hemorragia."
Se for detectado previamente, o acretismo placentário, leva a mãe a ter de "limitar a actividade física" e a deixar de lado "as relações sexuais com penetração."(1)
Bibliografia:
(1) - "Afinal, para que serve a placenta?" - Crescer com Saúde, Fevereiro de 2006
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Descolamento prematuro da Placenta
Voltando ao tema da Placenta, existe ainda outro problema que leva a hemorragias e que pode conduzir à morte do feto durante a gestação: o Descolamento prematuro da Placenta.
"Em condições normais, a placenta desune-se da parede uterina, no momento do parto consequente da explusão do feto."(1)
"Todavia, em caso de descolamento prematuro, a placenta desune-se antes do final da gravidez, por vezes quando ainda faltam algumas semanas, em alguns casos somente alguns milímetros, mas noutros quase por completo, originando hemorragias." (1)
Quando ocorre, pode levar a "um aborto espontâneo, porque ao desprender-se, o feto deixa de receber oxigénio e nutrientes, podendo perecer no útero materno."(2)
Factores de risco:
"Embora apenas seja possível determinar uma causa directa do problema em alguns casos, como por exemplo um traumatismo abdominal ou a existência de um cordão umbilical demasiado curto que exerça tracção sobre a placenta, constatou-se que o problema é mais comum nas mulheres com outros filhos, nas com mais de 40 anos, nas fumadoras e nas afectadas por hipertensão, diabetes ou doenças renais crónicas."(1)
Sinais e Sintomas:
Presença de uma "hemorragia muito reduzida, geralmente de cor escura, com coágulos e acompanhada de dores abdominais ou cólicas."(2)
Bibliografia:
(1)- http://www.midipedia.inf.br/;
(2) - "Afinal para que serve a placenta?" - Crescer com Saúde, Fevereiro de 2006;
"Em condições normais, a placenta desune-se da parede uterina, no momento do parto consequente da explusão do feto."(1)
"Todavia, em caso de descolamento prematuro, a placenta desune-se antes do final da gravidez, por vezes quando ainda faltam algumas semanas, em alguns casos somente alguns milímetros, mas noutros quase por completo, originando hemorragias." (1)
Quando ocorre, pode levar a "um aborto espontâneo, porque ao desprender-se, o feto deixa de receber oxigénio e nutrientes, podendo perecer no útero materno."(2)
Factores de risco:
"Embora apenas seja possível determinar uma causa directa do problema em alguns casos, como por exemplo um traumatismo abdominal ou a existência de um cordão umbilical demasiado curto que exerça tracção sobre a placenta, constatou-se que o problema é mais comum nas mulheres com outros filhos, nas com mais de 40 anos, nas fumadoras e nas afectadas por hipertensão, diabetes ou doenças renais crónicas."(1)
Sinais e Sintomas:
Presença de uma "hemorragia muito reduzida, geralmente de cor escura, com coágulos e acompanhada de dores abdominais ou cólicas."(2)
Bibliografia:
(1)- http://www.midipedia.inf.br/;
(2) - "Afinal para que serve a placenta?" - Crescer com Saúde, Fevereiro de 2006;
Etiquetas:
Gravidez,
Placenta,
Preparação para o parto
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Placenta prévia
Voltando ao tema da placenta... "Fala-se de Placenta Prévia quando este órgão se encontra implantado no endométrio, mais abaixo do que o normal."(1) Este problema é um dos maiores responsáveis por hemorragias na segunda metade da gravidez.
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010
O que é a Placenta?
Voltando um pouco ao tema da gestação, todas nós já ouvimos falar da placenta e da sua importância durante a formação do nosso bebé. Reconhecemos também que ao haver um problema com este órgão, a gravidez pode ficar em risco. Mas o que é que faz deste, um órgão tão especial?
A placenta desempenha um papel vital na gravidez, uma vez que"permite a troca de nutrientes (hidratos de carbono e proteínas entre outros)," entre a mãe e o bebé, "através do cordão umbilical."(1)
"Dentro do útero, o bebé desenvolve-se à custa de um sistema que é constituído pela placenta, cordão umbilical, e a bolsa de líquido amniótico, em cujo líquido o bebé organiza alegremente as suas actividades diárias. "(2)
Em primeiro lugar convém distinguir que este "é um órgão transitório que se forma com o embrião e cuja localização correcta e normal funcionamento são essenciais para um bom desenvolvimento da gravidez, do parto e do pós-parto imediato."(2)
"A forma da placenta assemelha-se à de uma panqueca com 2 a 4 cm de espessura, de consistência esponjosa, que se une à parede uterina no lado materno e ao feto pelo cordão umbilical, que dela emerge, normalmente ao centro, no lado fetal. No final da gestação, atinge cerca de 500 gramas, sendo o órgão responsável pela manutenção da gravidez, ao produzir hormonas com ela relacionadas, como a gonadotrofina coriónica (HCG), o estrogénio e a progesterona." (2)
"A placenta funciona como um filtro entre o sangue materno e o sangue fetal, possuindo circulação materna de um dos lados e circulação fetal do outro, separadas por uma barreira membranosa. Quando o sangue fetal atravessa o cordão umbilical e percorre a placenta, recebe nutrientes e oxigénio do sangue materno e liberta dióxido de carbono e produtos de degradação fetal (ureia, creatinina, ácido úrico) para a circulação materna, regressando ao feto para novamente o alimentar, oxigenar e purificar. Algumas substâncias, como os lípidos, não chegam sequer ao feto, uma vez que o fígado deste não tem capacidade metabólica durante a maior parte da gravidez. Os lípidos são, então, armazenados na placenta até às últimas 10 semanas da gestação, altura em que o fígado fetal começa a funcionar, sendo, a partir daí, lentamente libertados para a circulação fetal."(2) Ela é assim, nada mais nada menos do que o "elo de ligação" entre o organismo da mãe e o do novo ser.
No interior da placente, "o sangue fetal e materno" estão como que "ligados, embora não entrem em contacto directo," o que permite a troca de inúmeras substâncias. "A placenta é muito selectiva, pois apenas deixa passar algumas substâncias do sangue materno para o fetal, o que justifica a designação de barreira placentária."(3)
"Esta estrutura específica é formada tanto pelo tecido embrionário como pelo tecido uterino, nomeadamente o endométrio, que se altera para acolher o ovo, denominado decídua. Pouco depois da nidificação, a camada externa do novo embrião emite prolongamentos, denominados vilosidades coriónicas, que se inserem nos lagos de sangue materno presentes no endométrio, no interior dos quais se formam reduzidos vasos sanguíneos. Isto permite que o sangue fetal presente nestes minúsculos vasos troque substâncias com o sangue materno, chegando ao endométrio através de pequenas artérias, para depois ser recolhido por inúmeras vénulas."(3)
"Com o passar do tempo, todas as vilosidades placentárias unem-se a vasos maiores, a veia umbilical e as duas artérias umbilicais que chegam até ao feto através do cordão umbilical. Em suma, este "elo de ligação" irá permitir que o feto obtenha as substâncias de que necessita e elimine os resíduos. A placenta adopta uma forma de disco e cresce ao longo da gravidez até alcançar 20 cm de diâmetro e um peso de 0,5 kg."(3)
Bibliografia:
(1)- "Afinal, para que serve a placenta?" - Crescer com Saúde, Fevereiro de 2006;
(2)- http://www.mae.iol.pt/;
(3)- http://www.medipedia.pt/home;
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