segunda-feira, 12 de março de 2012

Contar até....

mil, tal a falta de paciência com que vim hoje da consulta. Ou dois mil...
O senhor doutor ortopedista disse que não sabia que mais me fazer - disse-lhe apenas que as dores não passaram e que aumentaram até - e que me ia mandar para a companhia de seguros para "verem o que faziam comigo". Devo ser um caso de estudo! Cheguei ao Hospital da Cruz Vermelha, para a dita consulta e, apenas olhando para o meu braço e lendo a minha participação (de Dezembro) o senhor doutor respondeu que não tinham mais nada que ver com o meu caso. Para eu ir à médica de família. Que aquilo não tinha que ver com acidente de trabalho. Pois claro, eu até nem me aleijei no trabalho, nem a carregar uma cadeira de rodas pesada por uma escada! Ora que talvez isto não tenha sido um acidente, mas foi no trabalho e deveu-se a um esforço. E custa-me fazer as mais pequenas coisas ou os mais simples movimentos. Mas é assim. Fui, literalmente, descartada, pela seguradora - já estava à espera! - e agora estou a pensar nos próximos passos a dar.
Tenho de voltar ao trabalho, mesmo sabendo que vou ter mais dores, que vou esforçar o pulso e o braço. Mesmo sabendo que não devia fazer esforços. Tenho uma doença com um nome estranho - que se traduz, resumidamente numa tendinite - que tem de ser seguida e tratada. Dito pelo médico que me descartou da seguradora.
Mas não é nada com eles...

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